quinta-feira, 24 de novembro de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Corte lento e profundo
(Conscientização)
Não reparas no que fizeste
Sequer no que estas a fazer
Nem o dia que amanhece
Lembra-se de agradecer
E tudo passa sempre igual,
Deixas tudo ir em vão;
Cotidiano casual,
Ou simples falta de ação?
Está faltando consciência;
Sua parte a cultivar.
Está sobrando paciência;
Usufruir, não degradar.
O futuro nos espera,
Sem muitas escolhas a fazer.
Homem versus Biosfera
Agora, é preservar ou padecer.
A cena segue no mundo
O amanhã se ganha um dia por vez,
Num corte lento e profundo,
Vive-se sempre a insensatez.
Acha-se que tudo é para sempre,
Minhas idéias já não são recicladas;
Pouco se trabalha a mente
Para a verdade que nos é escrachada.
Tudo se vai e foi, está indo;
Enquanto alguns se preocupam
Outros estão apenas rindo.
E agora o que fazer?
Se em tudo que fazemos
Estamos pagando pra ver... [Então vi!]
Vi, meu irmão passando fome.
Vi, a vida ser atentada.
Vi, o poder na mão do homem.
Vi, o mesmo fazer nada.
(Cléber Moura)
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Sábio Tempo
Ah! O tempo...
Veloz e sem volta
Silencioso e voraz.
Constantemente nos traz
O que menos esperamos,
Às vezes o que merecemos,
Nem sempre o que precisamos.
Ah! O tempo
Infinito e efêmero,
Comum em todos os seus gêneros.
Não tão fácil de entender,
Bem difícil de explicar,
Sempre sábio a nos dizer
Que na vida só se deve AMAR.
(Cléber Moura)
Silencioso e voraz.
Constantemente nos traz
O que menos esperamos,
Às vezes o que merecemos,
Nem sempre o que precisamos.
Ah! O tempo
Infinito e efêmero,
Comum em todos os seus gêneros.
Não tão fácil de entender,
Bem difícil de explicar,
Sempre sábio a nos dizer
Que na vida só se deve AMAR.
(Cléber Moura)
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Inconformidade
...E eu que nada sei de tu, pior sei de mim,
Imaginei tanta coisa pra nós dois e cadê tu
Oh!! Felicidade que passa por longe a nos encarar;
Com rosto pungente a lacrimar.
Mas eis que me venho a pensar
Pra que um mundo tão grande assim?
Se não podemos ser livres o bastante para Amar,
Aonde o orgulho e desumanidade vai nos levar?
Não se trata simplesmente de uma situação casual [mesmo assim]
Eu amo amar, como amo tu. [Oh! Amor]
Que outrora me revelaste teu sorriso de dor,
Que me mostraste toda revolta num sopro gestual;
Atraído por tão alto grau de revolta, quis eu me conformar,
Mas guardo agora o que mais tarde em oportuna hora, hei de revelar.
Imaginei tanta coisa pra nós dois e cadê tu
Oh!! Felicidade que passa por longe a nos encarar;
Com rosto pungente a lacrimar.
Mas eis que me venho a pensar
Pra que um mundo tão grande assim?
Se não podemos ser livres o bastante para Amar,
Aonde o orgulho e desumanidade vai nos levar?
Não se trata simplesmente de uma situação casual [mesmo assim]
Eu amo amar, como amo tu. [Oh! Amor]
Que outrora me revelaste teu sorriso de dor,
Que me mostraste toda revolta num sopro gestual;
Atraído por tão alto grau de revolta, quis eu me conformar,
Mas guardo agora o que mais tarde em oportuna hora, hei de revelar.
(Cléber Moura)
Mais Poesias em: http://www.recantodasletras.com.br /autores/clebermoura
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Tapete de Estrelas
Ontem vi uma estrela,
Que ao cair mostrou
Quão pequeno sou.
Diante de total esplendor,
Sou seu mero espectador
Todos hão de andar,
E Por sobre ele pisar
Nem todos se privilegiarão,
Somente os sábios de coração
E os puros de alma o contemplarão.
(Cléber Moura)
Esse olhar
Áh! Esse olhar...
Que me deixa ser Ar...
Faz-me Suspirar...
Chega a Estagnar...
Paralisa só de olhar...
Encanta qualquer um ao contemplar...
O que estará a imaginar?
Já tentei adivinhar
E quem poderias acertar?
(Cléber Moura)
(Cléber Moura)
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